Montadoras se unem à aliança da Toyota e SoftBank para veículos autônomos

Mazda, Suzuki, Subaru, Isuzu e a Daihatsu vão assumir uma participação na parceria

Monet
A joint venture de veículos autônomos do SoftBank e da Toyota receberá investimentos de mais cinco montadoras japonesas, disseram duas fontes familiarizadas com o assunto.

Mazda, Suzuki, Subaru, Isuzu e a Daihatsu, unidade da Toyota, vão cada uma assumir uma participação de alguns por cento no empreendimento, disseram as fontes.

A parceria, chamada Monet, está desenvolvendo uma plataforma de serviços para veículos autônomos sob demanda e anunciou em outubro que recebeu investimentos da Honda e da subsidiária da Toyota, Hino Motors em março, deixando o SoftBank como o maior acionista, com 40,2% de participação, e a Toyota, 39,8%.

Quando a Honda e Hino se juntaram em março, o investimento total na Monet era de 2,5 bilhões de ienes (23,20 milhões de dólares). Não ficou claro quanto os cinco novos parceiros estão investindo no empreendimento.

A Monet se recusou a comentar sobre o investimento, que foi divulgado pela primeira vez pelo jornal Nikkei. Mazda, Suzuki, Subaru, Isuzu e Daihatsu também não se pronunciaram.
Fonte: Alternativa com Reuters

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Produção industrial se recupera e taxa de desemprego cai no Japão

Mas os analistas alertam que é cedo demais para haver otimismo

produção industrial recupera
A produção industrial do Japão se recuperou em abril, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (31), mas as vendas no varejo cresceram em ritmo mais lento, sugerindo que tanto a demanda doméstica quanto a externa podem sofrer forte pressão quando a guerra comercial entre EUA e China se intensificar.

Os analistas alertam que é cedo demais para haver otimismo quanto à produção industrial do Japão, com as esperanças de uma resolução rápida para a disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo.

Somando-se à incerteza sobre a política comercial, as ações das montadoras japonesas caíram nesta sexta-feira após o governo Trump dizer que imporá tarifas sobre todos os produtos provenientes do México até que a imigração ilegal seja interrompida.

Muitas montadoras japonesas produzem carros no México para exportação aos Estados Unidos.

Os economistas também dizem que o governo do Japão e o banco central podem ser forçados a oferecer algum tipo de estímulo se as perspectivas de crescimento se deteriorarem ainda mais.

“Os dados não refletem totalmente o impacto da última rodada de aumento de tarifas nos EUA (sobre produtos chineses). A produção do Japão deve se ajustar mais para baixo no futuro”, disse Hiroaki Muto, economista-chefe do Tokai Tokyo Research Center.

“Se o iene aumentar, o Banco do Japão pode fazer algo com orientação futura ou compra de ativos, mas o estímulo fiscal normal não funcionará.”

A produção industrial subiu 0,6% em abril em relação ao mês anterior, mais do que a mediana das estimativas para um aumento de 0,2% e seguindo um declínio de 0,6% em março.

A produção foi impulsionada por um aumento na demanda de carros, peças de aviões e máquinas usadas para fazer telas planas, mostraram os dados.

O aumento da produção industrial deveu-se em parte ao fato de as empresas japonesas anteciparem a produção antes do feriado de Golden Week, que durou 10 dias entre o final de abril e o início de maio, disseram economistas.

No entanto, em um sinal mais preocupante, os estoques de semicondutores e peças eletrônicas subiram no ritmo mais rápido em sete meses, sugerindo que a fraca demanda nesse setor também pesará sobre a produção no futuro.

Fabricantes entrevistados pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria esperam que a produção suba 5,6% em maio, mas caia 4,2% em junho, mostraram os dados.

A taxa de desemprego caiu para 2,4% em abril, ante 2,5% em março, e a relação entre empregos e candidatos ficou estável em 1,63.

Guerra Comercial
A tensão entre Washington e Pequim subiu acentuadamente no início do mês, depois que o governo do presidente dos EUA, Donald Trump, acusou a China de “ter renegado” suas promessas anteriores de fazer mudanças estruturais em suas práticas econômicas.

Mais tarde, Washington impôs tarifas adicionais de até 25% sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses, o que levou Pequim a retaliar.

Uma desaceleração na China prejudica o Japão porque muitos de seus fabricantes dependem da venda de maquinário pesado e peças eletrônicas para fábricas na segunda maior economia do mundo.

A economia do Japão no primeiro trimestre acelerou inesperadamente, mas a expansão surpresa foi causada principalmente por importações que caíram mais rápido do que as exportações, mostrando as demandas externa e interna fracas.

Dados separados mostraram que as vendas no varejo subiram 0,5% em abril em relação ao ano passado, menos que a mediana das estimativas para um aumento anual de 0,8%.

No entanto, houve uma desaceleração em relação ao aumento de 1,0% no mês anterior, uma vez que os consumidores reduziram os gastos com roupas e automóveis, sugerindo que as pessoas podem estar se tornando cautelosas antes do aumento do imposto sobre consumo de 8% para 10% em outubro.

“Não estamos vendo uma retomada nas compras de bens duráveis, o que sugere que os consumidores estão segurando os gastos”, disse Hiroshi Miyazaki, economista sênior da Mitsubishi UFJ Morgan Stanley Securities.

“O governo pode ter que estimular ainda mais após o aumento do imposto sobre vendas se a economia não melhorar”.

O índice de preços ao consumidor (IPC) de Tóquio, que inclui os derivados de petróleo, mas exclui os preços dos alimentos in natura, subiu 1,1% em maio ante o ano anterior, em comparação com um aumento de 1,3% em abril.

Uma desaceleração nas altas dos preços da eletricidade e do gás limitou os ganhos no índice, mostraram dados.
Fonte: Alternativa com Reuters

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Hello Work vai permitir busca por emprego sem precisar sair de casa

Mudanças visam um relacionamento mais efetivo entre candidatos e empresas

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A agência pública de empregos Hello Work vai criar em janeiro de 2020 um novo sistema de busca por vagas de trabalho, no qual os candidatos poderão fazer todos os procedimentos sem sair de casa, usando um computador ou um celular, informou a agência de notícias Jiji Press neste sábado (11).

A Hello Work irá disponibilizar um site onde os candidatos poderão consultar todas as ofertas de emprego, entrar diretamente em contato com a empresa contratante e negociar as condições de trabalho.

O candidato precisará se inscrever no site e poderá inserir seus próprios dados, como se fosse um currículo online. Dessa forma, as empresas que estiveram precisando de trabalhadores também terão acesso às informações das pessoas cadastradas para oferecer emprego, caso encontrem perfis com as qualificações exigidas.

As mudanças visam um relacionamento mais efetivo entre candidatos a emprego e empresas contratantes, disse um funcionário do Ministério do Trabalho responsável pelos escritórios da Hello Work.

Atualmente, existe um sistema de busca por emprego via internet, mas com uma quantidade limitada de informações sobre vagas disponíveis.

A Hello Work também vai ampliar os dados sobre os empregos e as empresas contratantes, colocando informações como condições de trabalho, medidas para combater o fumo passivo e forma de pagamento de horas extras, entre outras.
Fonte: Alternativa

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Japão tem novas regras para horas extras e férias remuneradas a partir desta segunda-feira

O governo espera que as mudanças melhorem as condições laborais

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Uma grande reforma trabalhista está entrando em vigor no Japão nesta segunda-feira (1) e o governo espera que as mudanças melhorem as condições laborais em um país onde o karoshi (morte por excesso de trabalho) se tornou um grave problema.

A reforma criou novas regras, incluindo limite de horas extras e concessão de férias remuneradas, os dois itens que mais afetam diretamente os trabalhadores.

Férias remuneradas
Pelas novas regras relacionadas ao sistema de férias remuneradas (nenji yuukyuu kyuuka / 年次有給休暇), o empregador será obrigado a pedir ao funcionário para tirar férias remuneradas de cinco dias ou mais por ano, caso ele tenha direito ao benefício.

Atualmente, o trabalhador precisa fazer o pedido e muitas empresas não avisam o funcionário dos seus direitos.

Ou seja, o empregador será obrigado a dar as férias, mesmo que o funcionário não faça a solicitação.

Segundo o advogado Nobuharu Nishikawa, do Serviço de Consultas Jurídicas de Osaka, a multa pode chegar a ¥300 mil por funcionário pelo não cumprimento dessa nova regra.

Mas a empresa também pode ser processada e seus responsáveis presos pela já existente Lei de Normas Trabalhistas, caso se recuse a conceder o benefício aos funcionários que fizeram o pedido, o que configura uma infração.

As férias remuneradas de no mínimo 10 dias por ano são um direito que todos os trabalhadores têm, mas nem todas as empresas concedem por diversos fatores, como falta de mão de obra ou porque os próprios funcionários não fazem a solicitação.

O benefício é concedido a partir de seis meses de trabalho e todos os empregados com mais 80% de frequência possuem direito ao descanso de 10 dias, período que vai aumentando um dia por ano até chegar ao limite de 20 dias.

As férias caducam em dois anos. Por exemplo, o benefício de 2018 perde a validade se o trabalhador não descansar até 2020.

Os japoneses aproveitam apenas 50% das férias remuneradas e estão abaixo de todos os 19 países consultados em uma pesquisa divulgada no ano passado pelo site de viagens Expedia Japan.

Horas extras
Com as mudanças, os trabalhadores não poderão fazer mais de 45 horas extras por mês ou 360 por ano (quando não é possível fazer a contagem mensal).

Segundo o Ministério do Trabalho, essa medida valerá para grandes empresas a partir de abril deste ano e para pequenas e médias empresas a partir de abril de 2020.

A legislação, no entanto, permite que as empresas estrapolem esse limite em casos especiais ou de emergência. Mas a reforma também colocou um limite nessas situações.

Nos casos especiais ou de emergência, os trabalhadores poderão fazer até 100 horas extras por um único mês (incluindo trabalho em dia de folga) ou 720 por ano.

O número de horas extras poderá passar de 45 até seis vezes por ano. Nesse caso, a média de horas extras trabalhadas não pode passar de 80 por mês (incluindo trabalho em dia de folga).

As empresas que ultrapassarem o limite de horas extras poderão ser punidas com multa de até ¥300 mil ou prisão dos responsáveis por até seis meses.

Antes das mudanças, não havia basicamente um limite quando a empresa alegava que tinha necessidade de aumentar a produção por algum motivo específico.

Novas regras para horas extras
Limite previsto na lei

45 horas extras por mês ou 360 por ano (com punição para as empresas infratoras).

Em casos especiais ou de emergência
100 horas extras por um único mês (incluindo trabalho em dia de folga) ou 720 por ano.

Média de até 80 horas extras por mês (quando o limite de 45 horas por ultrapassado mais de uma vez por ano, até um máximo de seis vezes). Por exemplo, se um trabalhador fizer mais de 45 horas extras por quatro meses no ano, em casos especiais ou de emergência, a média desses quatro meses não pode passar de 80.

Quando entra em vigor
A partir de 1º de abril de 2019 para grandes empresas e a partir de 1º de abril de 2020 para pequenas e médias empresas.

São consideradas pequenas e médias empresas:
Setor de comércio – capital inferior a ¥50 milhões ou menos de 50 funcionários
Setor de serviços – capital inferior a ¥50 milhões ou menos de 100 funcionários
Setor atacadista – capital inferior a ¥100 milhões ou menos de 100 funcionários
Setores de produção (fábricas), construção, transportes e outros – capital inferior a ¥300 milhões ou menos de 300 funcionários
Fonte: Alternativa

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Nissan, Renault e Mitsubishi reformulam aliança após saída de Ghosn

As empresas disseram que o presidente da Renault seria o chefe do grupo

nissan renault mitsubishi
A japonesa Nissan e a francesa Renault disseram que vão reformular a maior aliança de carros do mundo para se colocarem em pé de igualdade, quebrando a poderosa presidência do ex-chefe Carlos Ghosn.

A saída de Ghosn, creditado por resgatar a Nissan da quase falência em 1999, causou muita incerteza sobre o futuro da aliança e algumas especulações que a parceria poderia até mesmo acabar.

As empresas, em conjunto com a aliada Mitsubishi Motors, disseram na terça-feira que o presidente da Renault serviria como o chefe da aliança, mas – em um sinal crítico do reequilíbrio – não como presidente da Nissan.

A Nissan disse que Ghosn possuía muito poder, criando uma falta de supervisão e governança corporativa. Não ficou claro quem se tornaria presidente da Nissan, cargo vago desde que Ghosn foi preso no Japão em novembro.

Mas as montadoras não deram nenhuma indicação de qualquer mudança imediata em seu acordo de participação acionária cruzada, que deu à Renault maior influência sobre a Nissan.

O chamado Acordo Mestre da Aliança Restaurada, que os uniu até agora, permanece intacto, disseram eles.

“Estamos promovendo um novo começo da aliança. Não tem nada a ver com as participações acionárias e as participações cruzadas que ainda estão lá e continuam em vigor”, disse o presidente da Renault, Jean-Dominique Senard, em entrevista coletiva.

“Nosso futuro está na eficiência dessa aliança”, disse ele a repórteres na sede da Nissan em Yokohama.

Senard também disse que não procuraria ser presidente da Nissan, mas sim um “candidato natural” para ser vice-presidente.
Fonte: Alternativa com Reuters

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Ford vai fechar fábrica no ABC paulista este ano

Decisão deve impactar a vida de três mil trabalhadores na região

ford
A Ford anunciou na terça-feira (19) que vai sair do negócio de caminhões na América do Sul e fechar neste ano sua fábrica em São Bernardo do Campo, na região do ABC paulista.

A fábrica, que produz também o compacto Fiesta, emprega cerca de 3 mil funcionários e o impacto da decisão será “significativo” sobre o número de demissões da unidade, afirmou a montadora.

A unidade, a primeira da montadora norte-americana no Brasil, foi inaugurada em 1967, e em 2001 passou também a produzir caminhões.

A Ford afirmou que vai continuar as vendas do carro e dos caminhões F-4000 e F350 até o final dos estoques.

“Não faz sentido manter produção em São Bernardo sem manter a produção de caminhões”, afirmou a empresa.

Procurado, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC não pode comentar o assunto de imediato.

A Ford, que em caminhões compete no Brasil contra os grupos Volkswagen, Daimler e Volvo, teve vendas de 9.300 caminhões em 2018, crescimento de 19 por cento sobre o ano anterior.

O desempenho, porém, ficou abaixo da expansão de vendas do segmento no período, de 46 por cento, segundo dados da associação de montadoras de veículos, Anfavea.

Já o Fiesta acumulou vendas de 14.505 veículos em 2018, queda de cerca de 24 por cento sobre 2017, segundo dados da associação de concessionários Fenabrave.

O anúncio da Ford ocorre após a General Motors ameaçar em janeiro não continuar a operar da mesma forma no Brasil e estava negociar incentivos tributários com o governo do Estado de São Paulo, onde mantém fábricas em São Caetano do Sul e São José dos Campos.

A montadora fechou acordo com metalúrgicos, congelando salários este ano e promovendo reajuste abaixo da inflação em 2020.

A Ford também tem uma fábrica de veículos e motores em Camaçari (BA), onde produz o Ka e o utilitário EcoSport, e uma unidade de produção de motores e transmissões em Taubaté (SP).
Fonte: Alternativa com Reuters

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Taxa de desemprego cai para 2,4% no Japão; atividade industrial recua

A relação entre empregos e candidatos foi de 1,63 em dezembro

Taxa de desemprego cai
A taxa de desemprego do Japão caiu em dezembro e a disponibilidade de empregos permaneceu estável, mostraram dados do governo nesta sexta-feira (1).

A taxa de desemprego ajustada sazonalmente caiu de 2,5 por cento em novembro para 2,4 por cento, correspondendo à estimativa média, mostraram dados do Ministério de Assuntos Internos.

A relação entre empregos e candidatos foi de 1,63 em dezembro. Isso ficou inalterado em relação ao mês anterior e também correspondeu à estimativa.

Já a atividade industrial cresceu no ritmo mais lento em 29 meses em janeiro, à medida que as encomendas para exportação diminuíram drasticamente, mostrou uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira, acrescentando sinais de que a guerra comercial entre EUA e China está pressionando e desacelerando a economia global.

O índice Markit/Nikkei (PMI) caiu para 50,3 pontos percentuais, com ajuste sazonal, em relação aos 52,6 em dezembro, embora tenha subido ligeiramente em relação à leitura preliminar de 50,0.

O índice permaneceu um pouco acima do limite de 50, que separa a contração da expansão em uma base mensal, mas o enfraquecimento das exportações e da produção sugere que o número poderá em breve entrar no campo da contração.

As leituras sombrias da terceira maior economia do mundo “trouxeram más notícias para o ciclo comercial global no início de 2019, com os novos pedidos de exportação caindo na taxa mais acentuada em dois anos e meio”, disse Joe Hayes, Economista da IHS Markit, que compila a pesquisa.

“Evidências sugerem que as vendas de bens relacionados a semicondutores sofreram mais, o que é um mau presságio para outros exportadores asiáticos.”

A demanda mais fraca de clientes domésticos e internacionais levou os fabricantes japoneses a cortar a produção pela primeira vez em dois anos e meio e a reduzir as compras de matérias-primas e outros insumos.

A economia voltada à exportação do Japão é sensível às mudanças na demanda global, particularmente na vizinha China, a maior parceira comercial. A guerra comercial interrompeu cadeias de suprimentos em ambos os lados do Pacífico, particularmente para eletrônicos.

As exportações do Japão em dezembro caíram e há preocupações de que elas despenquem ainda mais se os EUA cumprirem a ameaça de aumentar as tarifas sobre produtos chineses em 2 de março, caso um acordo comercial não seja alcançado nas negociações atuais.

As perspectivas para a demanda doméstica no Japão já parecem inseguras este ano, com o aumento do imposto sobre consumo de 8% para 10% em outubro.

Analistas consultados pela Reuters afirmam que as chances de uma recessão estão crescendo, embora a maioria acredite que o país ainda possa ter um crescimento econômico muito modesto no próximo ano fiscal.
Fonte: Alternativa com Reuters

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