Fábrica da Toyota em Mie volta a funcionar uma semana após incêndio que atrasou produção de 4 mil carros

A empresa espera tirar o atraso na produção de três modelos em maio
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Uma fábrica da Toyota Shatai que pegou fogo em Inabe (Mie) voltou a funcionar normalmente nesta segunda-feira (27), uma semana após o incêndio que destruiu parte da linha de produção e montagem de veículos, informou a emissora local Chukyo TV.

Na segunda-feira da semana passada, um incêndio atingiu parte da fábrica de quatro andares que produz os modelos Alphard, Vellfire e Hiace. A Toyota Shatai é uma subsdiária da Toyota Motor.

Cerca de 800 funcionários estavam trabalhando na fábrica quando o incêndio começou, por volta das 17h30, mas todos foram evacuados e nenhum deles ficou ferido.

O incêndio começou no quarto andar da fábrica, onde fica o setor de pintura da lataria e de secagem por meio de ar quente. O trabalho nesse local é automatizado e basicamente feito por máquinas robotizadas.

As linhas, que produzem 200 mil veículos por ano, foram paralisadas a pedido do Corpo de Bombeiros por medida de segurança.

Uma perícia foi realizada nos dias seguintes ao incêndio e os bombeiros acreditam que o fogo foi causado por uma ruptura na tubulação de ar quente, que atingiu produtos inflamáveis e sensíveis ao calor.

Os modelos Alphard e Vellfire são produzidos apenas na fábrica de Inabe e a Toyota informou que seria inviável transferir a montagem para outra unidade. A paralisação de uma semana causou um atraso na produção de pelo menos 4 mil veículos.

A empresa espera tirar o atraso na produção em maio. “É meio preocupante. Vamos nos esforçar para isso”, disse um funcionário à TV.
Fonte: Alternativa

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Aichi: brasileiros em 1º lugar no recorde do número de trabalhadores estrangeiros

A província de Aichi bateu recorde de mais de 110 mil trabalhadores e os brasileiros são número 1 no ranking
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Em anúncio público efetuado em 30 de janeiro, o Escritório de Trabalho da Província de Aichi, divulgou os números finais a respeito dos trabalhadores estrangeiros. Pela primeira vez na história, fechou as estatísticas de 30 de outubro do ano passado com um número recorde de 110.765 trabalhadores estrangeiros.

Esses números mostram um crescimento de 17% em relação ao mesmo período do ano passado. Houve aumento também de 13,5% das empresas e indústrias que empregam a mão de obra estrangeira, totalizando 13.893 locais.

Aichi só fica atrás de Tóquio no volume de mão de obra estrangeira, com uma fatia de 10,2% de todos os estrangeiros trabalhadores do país.

Ranking dos trabalhadores estrangeiros
Conforme citado acima, a mão de obra brasileira está em primeiro lugar no ranking.
Brasil: 29.977 pessoas ou 27% do total
China (incluindo Hong Kong): 24.679 pessoas ou 22% do total
Filipinas: 17.112 pessoas ou 14% do total
Vietnã: 14.335 pessoas ou 13% do total

Os peruanos fazem parte dos 4% da população dos trabalhadores estrangeiros.

Trabalhadores estrangeiros por visto de permanência
Os brasileiros e peruanos, além de uma parte dos filipinos possuem visto de nikkei. Assim, contribuem para a fatia dos 32% que possuem visto permanente, enquanto os estagiários técnicos têm uma fatia de 21%, seguidos dos de visto de longa permanência com 16%.

Onde estão empregados
As estatísticas mostram que 48% dos estrangeiros trabalham nas indústrias de transformação e cerca de 16% nas empreiteiras e outras empresas prestadoras de serviços.

Classificados por região, divididas em Nagoia, Owari, Nishi Mikawa e Higashi Mikawa, a capital é a que mais emprega a mão de obra estrangeira: 35%. A maioria das empresas e indústrias que empregam os estrangeiros são as de pequeno porte, de até 30 funcionários.
Fonte: Portal Mie

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Japão está atraindo dekasseguis novamente

Japão está recebendo novamente um grande fluxo de brasileiros, noticiou a mídia japonesa

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Outra onda de brasileiros com descendência japonesa está seguindo em direção ao Japão em busca de trabalho, destacou o noticiário da Jiji Press.

O número de dekasseguis no Japão atingiu o pico em 2007, quando havia 317.000 brasileiros, antes de diminuir em razão da crise financeira global de 2008, assim como o terremoto e tsunami de março de 2011.

Entretanto, divulgou o Jiji Press, acredita-se que o número tenha se recuperado rapidamente em 2016, o primeiro aumento em 9 anos, de acordo com fontes diplomáticas e outros.

A recuperação, aparentemente, reflete uma profunda recessão no Brasil, assim como a escassez de trabalhadores no Japão com a proximidade das Olimpíadas e Paralimpíadas de Tóquio em 2020.

Uma empresa de recrutamento em São Paulo, lar para a maior comunidade de origem japonesa do mundo, vem registrando aumento na procura por trabalho no Japão desde meados de 2016.

O mês de outubro de 2016 registrou a maior alta de brasileiros do ano. Chegaram ao Japão 7.995 brasileiros, a maioria com visto de até cinco anos. Em contrapartida, outros 6.439 brasileiros deixaram o país.

Em 2016, a estimativa é que o número de brasileiros possa ter aumentado em mais de 12.000 pessoas, mas os números totais ainda não foram divulgados.
Fonte: Portal Mie

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Ministro japonês abre exceção para estrangeiros na agricultura

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A falta de mão de obra na agricultura, faz governo repensar nas leis de visto de trabalho, e abre prioridade para novos trabalhadores estrangeiros no ramo da agricultura no Japão. Não é de hoje que o país percebe um grande desinteresse dos jovens com a lavoura.

Com o envelhecimento da população japonesa e o baixo índice de natalidade, o Japão corre o risco de parar no tempo na área da agricultura.

A pauta já começou a ser discutida e prevê estimular a entrada de estrangeiros com experiência na área agrícola. A decisão faz parte de um pacote de medidas estratégicas do governo japonês que visam estimular vários setores.
Fonte: IPC Digital com ANN News

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Okinawa irá precisar de 4 mil trabalhadores para o setor hoteleiro

Província enfrenta crise no turismo com grande falta de mão de obra
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A província de Okinawa, no extremo sul do Japão, vem enfrentando grandes problemas no turismo por falta de mão de obra em hotéis, informou a agência Kyodo News.

A Corporação de Desenvolvimento Financeiro de Okinawa, entidade ligada à economia da província, divulgou uma pesquisa que mostra um estado alarmante: 90% dos hotéis não possuem funcionários suficientes e estão sendo obrigados a atrasar serviços básicos como a recepção dos hóspedes.

Atualmente, o setor de turismo da província conta com a ajuda de muitos estudantes estrangeiros, que realizam trabalhos de meio-período. Contratar mais estrangeiros é um dos principais planos de recuperação, mas ainda é necessário que o governo japonês aprove a liberação de vistos exclusivos aos trabalhadores da área.

De acordo com a pesquisa, a falta de funcionários efetivos é um problema de 20% dos hotéis, enquanto que mais de 30% sofrem principalmente com a escassez de trabalhadores temporários. Limpeza de cômodos e serviços externos são as atividades mais prejudicadas.

Atualmente, as instituições hoteleiras vêm enfrentando dificuldades para manter a qualidade dos serviços, o que também vem trazendo influências negativas ao turismo da ilha, que é popular pelas praias paradisíacas e o clima tropical.

Até as Olímpiadas de 2020, a província quer construir de seis a oito mil novas instalações para viajantes, o que irá provocar uma demanda superior a 4 mil trabalhadores. Porém, se o problema atual da falta de mão de obra não for resolvido, o plano poderá sofrer atrasos ou até cancelamentos.

Para contornar a situação, muitos hotéis estão liberando apenas uma parte dos quartos aos clientes e tomando atitudes como a simplificação das refeições servidas. Como consequência, atrasos na recepção e no oferecimento de alimentos estão sendo registrados.

Os hotéis que possuem um número reduzido de funcionários também estão com problemas relacionados às condições de trabalho. Muitos trabalhadores estão tendo que enfrentar longas jornadas, o que tem gerado maior rotatividade e desistência.

Para reduzir os serviços, muitos hotéis estão analisando a possibilidade de aderir máquinas automáticas para o fechamento de compras ou para ajudar nas refeições, o que pode aliviar parcialmente o peso da falta de mão de obra.

Melhores condições de trabalho, como a criação de creches destinadas aos filhos dos funcionários, também estão sendo planejados com a finalidade de aumentar os níveis de satisfação de quem trabalha nos hotéis.

As questões também estão sendo vistas como ameaçadoras ao desenvolvimento econômico da província. Um plano eficiente e o envolvimento amplo dos órgãos administrativos do turismo podem levar a possíveis soluções.
Fonte: Alternativa

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Honda produzirá novo SUV compacto WR-V no Brasil, diz executivo

Montadora deve começar a fabricar o veículo no segundo semestre de 2017

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A Honda produzirá o novo modelo SUV compacto WR-V no Brasil a partir do segundo semestre de 2017 e comercializará o veículo na América do Sul, disseram executivos da montadora na terça-feira.

Falando em um evento do setor em São Paulo, o chefe da Honda na América do Sul, Issao Mizoguchi, disse que o WR-V será o primeiro novo veículo desenvolvido sob a liderança da equipe no Brasil.

Hyundai
A Hyundai Motor começará a produzir e vender seus novos modelos Tucson e o SUV compacto Creta no Brasil ano que vem, disse o chefe da montadora coreana no Brasil William Lee, na terça-feira.

O Creta será produzido na fábrica da Hyundai que atualmente está produzindo o compacto HB20 e o Tucson será fabricado em outra instalação, em uma joint venture em parceria com a CAOA, disseram executivos.
Fonte: Alternativa

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Nissan vai indicar Carlos Ghosn para presidir conselho da Mitsubishi

“Ele é um artista da recuperação de empresas”, disse um analista da CLSA

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O presidente-executivo da Nissan, Carlos Ghosn, vai presidir o conselho de administração da Mitsubishi Motors depois que a segunda maior montadora de veículos do Japão em vendas comprou o controle da rival menor, afirmaram duas fontes à Reuters na quarta-feira.

Ghosn vai supervisionar uma montadora que espera prejuízo operacional de 28 bilhões de ienes (270,7 milhões de dólares) no ano que se encerra em março. O executivo também é presidente da francesa Renault.

As duas montadoras não decidiram quem será o presidente-executivo da Mitsubishi, afirmaram as fontes.

“Ele é um artista da recuperação de empresas. Isso é o que ele faz de melhor”, disse o analista Christopher Richter, da CLSA.

A indicação “deve ser boa (para a Mitsubishi)”, disse Yasuhito Hirota, vice-presidente executivo da Mitsubishi Corp. “Ele deve ser melhor que qualquer outro”, acrescentou.

A Nissan anunciou em maio a compra de 34 por cento da Mitsubishi Motors por cerca de 237 bilhões de ienes depois que a Mitsubishi admitiu ter falsificado dados de quilometragem de quatro modelos de minivans, incluindo duas produzidas para a Nissan. Em, agosto, houve a descoberta de exageros de quilometragem em mais oito modelos.
Fonte: Alternativa

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