Ford vai fechar fábrica no ABC paulista este ano

Decisão deve impactar a vida de três mil trabalhadores na região

ford
A Ford anunciou na terça-feira (19) que vai sair do negócio de caminhões na América do Sul e fechar neste ano sua fábrica em São Bernardo do Campo, na região do ABC paulista.

A fábrica, que produz também o compacto Fiesta, emprega cerca de 3 mil funcionários e o impacto da decisão será “significativo” sobre o número de demissões da unidade, afirmou a montadora.

A unidade, a primeira da montadora norte-americana no Brasil, foi inaugurada em 1967, e em 2001 passou também a produzir caminhões.

A Ford afirmou que vai continuar as vendas do carro e dos caminhões F-4000 e F350 até o final dos estoques.

“Não faz sentido manter produção em São Bernardo sem manter a produção de caminhões”, afirmou a empresa.

Procurado, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC não pode comentar o assunto de imediato.

A Ford, que em caminhões compete no Brasil contra os grupos Volkswagen, Daimler e Volvo, teve vendas de 9.300 caminhões em 2018, crescimento de 19 por cento sobre o ano anterior.

O desempenho, porém, ficou abaixo da expansão de vendas do segmento no período, de 46 por cento, segundo dados da associação de montadoras de veículos, Anfavea.

Já o Fiesta acumulou vendas de 14.505 veículos em 2018, queda de cerca de 24 por cento sobre 2017, segundo dados da associação de concessionários Fenabrave.

O anúncio da Ford ocorre após a General Motors ameaçar em janeiro não continuar a operar da mesma forma no Brasil e estava negociar incentivos tributários com o governo do Estado de São Paulo, onde mantém fábricas em São Caetano do Sul e São José dos Campos.

A montadora fechou acordo com metalúrgicos, congelando salários este ano e promovendo reajuste abaixo da inflação em 2020.

A Ford também tem uma fábrica de veículos e motores em Camaçari (BA), onde produz o Ka e o utilitário EcoSport, e uma unidade de produção de motores e transmissões em Taubaté (SP).
Fonte: Alternativa com Reuters

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Taxa de desemprego cai para 2,4% no Japão; atividade industrial recua

A relação entre empregos e candidatos foi de 1,63 em dezembro

Taxa de desemprego cai
A taxa de desemprego do Japão caiu em dezembro e a disponibilidade de empregos permaneceu estável, mostraram dados do governo nesta sexta-feira (1).

A taxa de desemprego ajustada sazonalmente caiu de 2,5 por cento em novembro para 2,4 por cento, correspondendo à estimativa média, mostraram dados do Ministério de Assuntos Internos.

A relação entre empregos e candidatos foi de 1,63 em dezembro. Isso ficou inalterado em relação ao mês anterior e também correspondeu à estimativa.

Já a atividade industrial cresceu no ritmo mais lento em 29 meses em janeiro, à medida que as encomendas para exportação diminuíram drasticamente, mostrou uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira, acrescentando sinais de que a guerra comercial entre EUA e China está pressionando e desacelerando a economia global.

O índice Markit/Nikkei (PMI) caiu para 50,3 pontos percentuais, com ajuste sazonal, em relação aos 52,6 em dezembro, embora tenha subido ligeiramente em relação à leitura preliminar de 50,0.

O índice permaneceu um pouco acima do limite de 50, que separa a contração da expansão em uma base mensal, mas o enfraquecimento das exportações e da produção sugere que o número poderá em breve entrar no campo da contração.

As leituras sombrias da terceira maior economia do mundo “trouxeram más notícias para o ciclo comercial global no início de 2019, com os novos pedidos de exportação caindo na taxa mais acentuada em dois anos e meio”, disse Joe Hayes, Economista da IHS Markit, que compila a pesquisa.

“Evidências sugerem que as vendas de bens relacionados a semicondutores sofreram mais, o que é um mau presságio para outros exportadores asiáticos.”

A demanda mais fraca de clientes domésticos e internacionais levou os fabricantes japoneses a cortar a produção pela primeira vez em dois anos e meio e a reduzir as compras de matérias-primas e outros insumos.

A economia voltada à exportação do Japão é sensível às mudanças na demanda global, particularmente na vizinha China, a maior parceira comercial. A guerra comercial interrompeu cadeias de suprimentos em ambos os lados do Pacífico, particularmente para eletrônicos.

As exportações do Japão em dezembro caíram e há preocupações de que elas despenquem ainda mais se os EUA cumprirem a ameaça de aumentar as tarifas sobre produtos chineses em 2 de março, caso um acordo comercial não seja alcançado nas negociações atuais.

As perspectivas para a demanda doméstica no Japão já parecem inseguras este ano, com o aumento do imposto sobre consumo de 8% para 10% em outubro.

Analistas consultados pela Reuters afirmam que as chances de uma recessão estão crescendo, embora a maioria acredite que o país ainda possa ter um crescimento econômico muito modesto no próximo ano fiscal.
Fonte: Alternativa com Reuters

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Subaru diminuirá produção no Japão em 2019

A montadora japonesa decidiu diminuir a produção para garantir inspeções apropriadas de produtos

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A Subaru disse que sua produção doméstica em 2019 sofrerá uma diminuição em comparação ao ano passado para garantir inspeções apropriadas de produtos.

A montadora japonesa anunciou na terça-feira (15) que produzirá 650 mil unidades no Japão, queda de 2%.

A empresa decidiu reduzir a produção após uma série de escândalos de controle de qualidade que incluíram falsificações de dados de eficiência de combustível e irregularidades em testes de desempenho de sistemas de freio em 2017 e 2018.

A Subaru informou que a produção no exterior deste ano aumentará em 6% ante 2018, para 380 mil unidades, em razão de vendas vigorosas nos EUA.

A estimativa é de que a produção global aumente em 1%, para 1.03 milhão de unidades.
Fonte: Portal Mie com NHK

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Com nova onda de trabalhadores estrangeiros, criação de ministério da imigração é prevista

Em abril de 2019 o Departamento de Imigração se tornará uma agência sob o Ministério da Justiça, visto que o país busca trazer mais estrangeiros para suprir mão de obra

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Com o governo determinado a criar uma nova agência da imigração em abril de 2019, algumas autoridades em Tóquio já estão imaginando um dia em que ela poderá ser atualizada para um ministério.

Visto que o país busca trazer mais trabalhadores estrangeiros para lidar com a grave escassez de mão de obra, o Departamento de Imigração se tornará uma agência no ano que vem sob o Ministério da Justiça, após a aprovação de uma lei que ocorreu em 15 de dezembro pela Dieta.

A agência oferecerá orientações às empresas que aceitam trabalhadores estrangeiros sob as categorias de vistos recém-criadas e realizará inspeções nos locais. O Ministério da Justiça solicitou um orçamento para contratar mais 585 trabalhadores a fim de preencher postos como oficiais da imigração, guardas de segurança e outros funcionários no próximo ano fiscal.

A proposta para uma futura atualização ao processo envolveria designar mais pessoas e autoridade para um possível ministério da imigração e torná-lo independente do Ministério da Justiça. Uma outra sugestão envolve juntar departamentos relacionados a residentes estrangeiros entre todos os ministérios e agências e formar um único ministério.

Um alto funcionário da Justiça disse recentemente que um ministério responsável por residentes estrangeiros poderia ser possível no futuro.

No momento há uma preocupação sobre falta de pessoal na nova agência da imigração. O governo espera que cerca de 340.000 pessoas obtenham um novo visto para trabalhadores menos qualificados nos primeiros cinco anos. No entanto, se a escassez de mão de obra do país piorar, o governo pode buscar aumentar o número de trabalhadores estrangeiros que ele trazer sob o novo plano.

Há fortes pedidos para um maior envolvimento do governo a fim de evitar que intermediários duvidosos tragam trabalhadores ao país. Nesse contexto, um alto funcionário do governo disse que poderia permitir que a agência da imigração se transforme em uma entidade independente no futuro.

A expansão da agência, provavelmente, continuará sendo uma questão para o governo, mas não está claro se a ideia de combinar vários departamentos relacionados a residentes estrangeiros sob um único ministério se tornará realidade, visto que isso poderia enfrentar resistência de ministérios e agências que perderiam autoridade e recursos humanos.
Fonte: Portal Mie com Japan Times

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1.000 trabalhadores nikkeis cortados da Sharp de Kameyama

Somente no ano de 2018 foram mil trabalhadores brasileiros e peruanos que amargaram cortes de emprego na Sharp de Kameyama

Sharp de Kameyama
A imprensa japonesa divulgou matérias sobre o grave problema dos cortes da mão de obra nikkei na Sharp de Kameyama (Mie).

Os noticiários mostraram a dura realidade dos trabalhadores sul americanos dependentes das chamadas empreiteiras ligadas a Sharp. As empresas subcontratadas são classificadas em 3 categorias, de nível 1 a 3. A de nível 1 tem contrato direto com a indústria de eletroeletrônicos, a qual repassa para a de nível 2 e é a da terceira posição que recruta e gerencia os brasileiros e peruanos, enviando-os à unidade de Kameyama.

A Trust Line, uma dessas terceirizadas, de nível 3, concedeu entrevista. Segundo informações, são todos contratados a curto prazo, com repetidas renovações. Devido aos cortes bruscos de produção, não renovaram ou foram cortados.

Isso ilustra a dura realidade da instabilidade dos trabalhadores estrangeiros, destacaram os noticiários.

Ainda assim quer aumento de trabalhadores estrangeiros?
No momento em que o governo quer aprovar as novas categorias de visto para os estrangeiros na Dieta, a fim de aumentar sensivelmente a entrada de novos trabalhadores estrangeiros, vem à tona problemas como esse da Sharp que requerem melhorias.

Advogados que apoiam os trabalhadores apresentaram uma queixa no Departamento de Trabalho de Mie, no dia 22 de novembro. Apontaram violação da lei no caso das subcontratadas ou as chamadas empreiteiras.

No sindicato Union Mie, o representante declarou que “desde a primavera fomos inundados de consultas dos trabalhadores estrangeiros”. Segundo ele mais 40 se filiaram ao sindicato. “Usam e descartam os trabalhadores estrangeiros valendo-se da posição fraca deles”, apontou Jinbu Akai, Secretário-Geral Adjunto do sindicato.

Segundo o responsável da Trust Line, “a Sharp reduziu o volume de trabalho. Por isso, só aqui 400 saíram”. Avalia que nas 4 terceirizadas, incluindo a sua, foram 1.000 somente este ano.

Contou que todas fizeram anúncios de recrutamento e no período de pico chegaram a ter 2 mil trabalhadores brasileiros e peruanos, todos enviados para a Sharp de Kameyama.

Pontuou que os contratos eram feitos por 2 meses prevendo as oscilações de produção da fabricante. No feriadão de maio foi o pico dos cortes, informou.

Atualmente a Trust Line tem cerca de 100 trabalhadores lá, sendo que nas demais 3 empreiteiras não há mais nenhum.

10 empreiteiras denunciadas em Mie
O departamento de relações públicas da Sharp foi procurado pelo jornal Chunichi. O porta-voz declarou “não eram contratados diretos da fábrica. Não estamos na posição de comentar sobre a interrupção do trabalho”. Se foi feito o mesmo com trabalhadores japoneses, não há informação.

Hisanori Shikata, advogado com profundo conhecimento dos trabalhadores estrangeiros aponta a causa desse tipo de problema. “Por causa da parede do idioma é difícil ser contratado de forma regular. Por isso o recrutamento e a gestão de pessoal ficam por conta de empresas subcontratantes, que fazem tudo no idioma nativo. E muitas vezes há subcontratantes que agem de má fé”, explica.

“Para a indústria esse tipo de contratação é conveniente. Mas a realidade é que não há medidas legais. Está em discussão a expansão dos trabalhadores estrangeiros, mas antes de tudo é preciso preparar esse ambiente para eles”, alfineta.

O sindicato Union Mie pretende realizar uma coletiva de imprensa na próxima semana. Explicará sobre as suspeitas de que pelo menos 10 empreiteiras da província mandaram trabalhadores estrangeiros realizar atividade de forma irregular, já denunciadas no Departamento de Trabalho.
Fonte: Portal Mie com ANN, Chunichi e Mainichi

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Japão planeja dar incentivos a estrangeiros com novo visto que forem trabalhar em cidades pequenas

A preocupação é de que os trabalhadores se concentrem em grandes metrópoles

trabalho em cidades pequenas
O governo japonês está considerando a introdução de algum tipo de incentivo para estrangeiros que optarem por um trabalho em cidades pequenas, a fim de evitar que eles se concentrem nas grandes metrópoles, disse o ministro da Justiça na quinta-feira (15).

A medida valeria para estrangeiros que devem entrar no Japão a partir de abril de 2019 sob um novo visto de cinco anos, em votação no Parlamento, segundo o jornal Mainichi.

O ministro da Justiça Takashi Yamashita divulgou o plano durante uma sessão do Comitê de Assuntos Judiciais do Parlamento, em conexão com um projeto para revisar a lei de controle de imigração em meio à escassez de mão de obra no Japão.

Mitsuru Sakurai, um legislador da oposição, levantou uma questão sobre a possibilidade de trabalhadores estrangeiros se concentrarem nas áreas urbanas e não contribuírem para aliviar a escassez de mão de obra em locais afastados.

Masaki Wada, chefe do Departamento de Imigração do Ministério da Justiça, respondeu: “Com base no status operacional (do novo sistema), melhoraremos o ambiente para aceitar trabalhadores estrangeiros se necessário, e procuraremos introduzir incentivos que funcionem para áreas regionais.”

“Vamos examinar medidas para facilitar a aceitação de trabalhadores estrangeiros em áreas onde a escassez de mão de obra está se tornando cada vez mais grave”, disse o ministro da Justiça.

Dos dois tipos de novos status de residência que o governo pretende introduzir em abril do ano que vem, a categoria 1 – com um visto de cinco anos no máximo – requer capacidade de língua japonesa e aprovação em exames administrados por ministérios e agências governamentais.

Além disso, os estrangeiros que concluírem o Programa de Estágio Técnico do governo poderão obter o status de tipo 1 sem se candidatar ao exame. No entanto, os críticos dizem que tal cenário enfraquece o espírito original do programa de permitir que os estagiários utilizem as habilidades que adquiriram no Japão ao retornarem a seus países de origem.

O ministro da Justiça refutou, dizendo que “cabe aos estagiários escolherem mudar para o status de categoria 1”.

“Se eles mudarem para esse status, nós queremos que eles levem sua experiência de trabalho de volta para seus países de origem, além das habilidades técnicas que adquiriram através do programa de estágio. Isso não vai contra o espírito do programa.”
Fonte: Alternativa

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Partido do governo japonês aprova proposta para aceitar mais trabalhadores estrangeiros

Japão pretende abrir 14 áreas que enfrentam escassez de mão de obra

limpeza predial
A Divisão de Assuntos Judiciais do Partido Liberal Democrata (PLD) aprovou na última segunda-feira um pacote de revisões legais propostas pelo governo para aceitar mais trabalhadores estrangeiros, abrindo caminho para a apresentação das medidas na sessão extraordinária do Parlamento. As informações são do jornal Mainichi.

O governo espera a aprovação das revisões no Parlamento para introduzir as medidas em abril do próximo ano, incluindo a abertura de 14 áreas de trabalho que enfrentam escassez de mão de obra para receber mais trabalhadores estrangeiros.

A Divisão de Assuntos Judiciais, no entanto, apontou que o plano do governo não é claro o suficiente sobre questões como quantos trabalhadores estrangeiros serão aceitos e como o bem-estar social deles será tratado. O PLD então aprovou uma resolução pedindo que o governo discutisse as diretrizes com o partido governante sobre como administrar uma maior força de trabalho estrangeira esperada após a aprovação das mudanças.

O esboço do pacote inclui revisões à Lei de Controle de Imigração e Reconhecimento de Refugiados para criar novos vistos de residência para trabalhadores estrangeiros e mudanças para transformar o Departamento de Imigração do Ministério da Justiça em uma agência completa.

A administração do primeiro-ministro Shinzo Abe planeja aprovar o pacote em uma reunião ministerial na próxima sexta-feira (2).

Os novos vistos de residência incluem um que permite uma estadia de cinco anos, sem poder trazer membros da família, para trabalhadores estrangeiros com um grau definido de conhecimento e experiência. A outra categoria é para trabalhadores especializados que permite a renovação de sua permanência com cônjuges e filhos.

As indústrias que aceitam trabalhadores com esses novos status serão selecionadas de acordo com diretrizes a serem determinadas pelo ministro da Justiça e outros ministros de gabinete relevantes, de acordo com as revisões preliminares.

Os 14 setores sob consideração para a aceitação de mais trabalhadores estrangeiros incluem cuidados a idosos, limpeza predial, agricultura, pesca, fabricação de alimentos, trabalho em restaurantes, produção de maquinário industrial, construção civil, construção naval, manutenção de automóveis e hotelaria.

Embora a divisão judicial do PLD tenha aprovado o pacote que deixa as portas abertas para mais trabalhadores estrangeiros, as mudanças atraíram preocupações e críticas dos participantes, e as deliberações continuaram por mais de três horas.

Um dos focos do debate foi o novo status de residência para trabalhadores especializados, “permitindo estadias por um período ilimitado de tempo”. A Divisão de Assuntos Judiciais fez 10 exigências sobre a gestão desse visto, incluindo a introdução de um mecanismo de rastreamento completo e sua inclusão nas diretrizes ministeriais. Os participantes também disseram que as diretrizes precisam ser definidas através de discussões suficientes em painéis do PLD.

O ministro da Justiça, Takashi Yamashita, disse que vai consultar outros escritórios do governo para garantir que o segundo status seja administrado estritamente e não se torne uma mera extensão do primeiro visto de residência de cinco anos.

Preocupações
“Os canteiros de obras são extremamente perigosos. Queremos exigir que o idioma japonês seja reforçado para assegurar que a educação necessária sobre segurança e a instrução técnica possam ser transmitidas”, disse na reunião Tokuji Yamamoto, um alto executivo da Federação de Empreiteiras de Construção Civil do Japão. Ele exigiu ainda que o governo “explique como lidar com os trabalhadores que perdem seus empregos e se tornam residentes ilegais”.

Shigeo Yunoki, da Câmara Nacional de Agricultura, afirmou: “Há grandes expectativas no campo (em relação aos novos status de residência), mas há algumas preocupações sobre problemas com moradores locais e problemas de segurança”.
Fonte: Alternativa

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